QUEERMUSEU
   José Orlando  Silva  │     24 de setembro de 2017   │     16:39  │  0

Já faz alguns dias que essa tem sido a palavra do momento, devido a exposição de arte brasileira contemporânea em Porto Alegre, sob a alegação de uma celebração da pedofília e da zoofilia, além de blasfêmia. A mostra denominada Queermuseu tinha 263 obras, algumas delas causando revolta e veementes discursos protecionistas à família e aos bons costumes. Queer é termo em inglês para algo estranho, peculiar, mas mais usado hoje como sinônimo de Gay. A intenção seria suscitar o assunto da “diversidade” e “questões de gêneros”.

Independentemente da posição que exerçamos, temos que refletir na questão de direito e respeito. Cada cidadão possui direito de escolha e deve ser livre pensante, seja em questão religiosa ou orientação sexual. O livre arbítrio, expressão bem conhecida pelos evangélicos, porque é muito usada pela Bíblia, assegura o direito de escolha e tornando o  ser humano em  livre-pensante. Esse é o preço da democracia. Qualquer ato coercitivo deve ser rejeitado, para que seja combatido diariamente o preconceito,estereótipos e discriminação. Esses são direitos assegurados.

No entanto a partir do momento em que no afã de defender e expor o que penso e acredito confronta-se e ofende os que os outros defendem e crêem, meu direito termina. Quando evangélicos preparam uma marcha condenando e desrespeitando os que pensam e praticam o contrário se torna também, a mesma afronta que tal exposição se tornou em relação a sociedade brasileira que na sua maioria pensa e vive o contrario do exposto em seus quadros aos valores cristãos e os que defendem os direitos das crianças. Na verdade é uma via de mão dupla essa questão de violação de direitos e crenças. Penso que deveríamos exercitar no dia a dia essa postura de apresentarmos o que pensamos, respeitando aos que pensam o contrario…e tal atitude nem sempre é fácil… para nenhum dos lados…Pense Nisso!!!

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