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PLUS ULTRA “MAIS ALÉM”
   José Orlando  Silva  │     1 de setembro de 2017   │     21:07  │  0

                 Reflita comigo, já chegamos no limite? A comodidade responde que já e a coragem que não. Nos tempos em que a Espanha era o poder dirigente do mundo, dava expressão à sua arrogância por uma inscrição gravada em sua moeda: Nec Plus Ultra, que significa “Nada mais Além”. Com isto se pretendia dizer que, se alguém visse a Espanha, nada mais havia para ver. Tinha atingindo os limites da Terra.

Cristovão Colombo ousou acreditar que havia outro continente além da Espanha, foi considerado fanático, no entanto insistiu na ideia, até que descobriu um novo continente. Então a Espanha foi obrigada a mudar a inscrição cunhada na moeda para Plus Ultra, que quer dizer ” Mais Além”.

Qual a inscrição escrita na moeda de sua vida? Muitos não sonham, nem agem além da sua formação, do seu único e primeiro emprego? Outros estão paralisados pelo termino de um casamento desfeito, ou uma etapa não concluída. Pensam que não há “Nada mais Além”, se apequenam, sentindo pena de si mesmos e descansam em sua zona de conforto.

No entanto há outros continentes à frente, e outras etapas a serem experimentadas e novas experiências a serem vivenciadas: “Mais Além”. Não apenas veja, sinta ou espere, simplesmente siga em frente porque novos horizontes te esperam.

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Hong Kong: EU ERA FELIZ E NÃO SABIA
   José Orlando  Silva  │     3 de agosto de 2017   │     23:19  │  0

 

 

 

 

 

 

 

 

Hong Kong é um típico exemplo contemporâneo de uma colônia, que ao ser devolvida ou libertada reflete um adágio popular: “Eu era feliz e não sabia”. Foi em primeiro de julho deste ano que marcou os vintes anos de devolução de Hong Kong à China, depois de cento e cinquenta anos como colônia britânica. O que parece para uma cidade inata da China não celebrar com esse feito? responderia a nova percepção. Uma colonização traz consigo o que chamamos de inculturação. E essa cultura carrega valores que norteiam o estilo de vida, porque afeta o comportamento. E Hong Kong vislumbrou e sentiu o que perdeu: a livre expressão, a democracia e o direito de escolher, por isso se caracterizava uma cidade moderna. O mais interessante é que tudo isso, Hong Kong tinha no contexto Britânico e talvez não via motivo de celebração por simplesmente ter, até se deparar com a re

alidade do retorno à China com sua implacável  ditadura.

Nesse momento a ficha cai, porque a proposta antagônica ou contrária da ditadura confronta diretamente com suas características democráticas e um estilo de vida próprios trazidos do século e meio quando estava como colônia britânica. Esse fato deve nos levar a reflexão. Porque esperar a mudança, para admitir e reconhecer o que temos recebido de bom? Porque esperar para dizer: Eu  era feliz e não  sabia”? Não valorizamos os de perto até estarmos longe. Não valorizamos o que temos, até perdermos. E não agradecemos até, termos motivos para pedir desculpas. Que tal olhar um pouco ao redor, para reconhecermos que somos felizes, pelo que temos, somos e por quem nos acompanha? Caso não seja essa nossa disposição, poderemos ser uma nova Hong Kong e repetirmos: eu era feliz e não sabia!

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INSTANTE
   José Orlando  Silva  │     17 de julho de 2017   │     9:55  │  0

 

Reiteradas vezes nos deparamos com consequências de um ato que só nos traz o desejo de retrocedermos o tempo e percebemos quão impotentes somos, em virtude da impossibilidade de desfazer tais consequências.  Afinal de contas o tempo não para, porque não retrocede. E se volta e retrocede, isso acontece apenas nas lembranças.  E o mais curioso é que essas lembranças que nos apresentam apenas a sombra da realidade, por um mapa unicamente mental do fato ocorrido, nos lembra constantemente quem somos, seres impotentes e incapazes de mudarmos as consequências que vieram de um ato do instante, diante da ação do implacável tempo.

Quem de fato está no controle? Pensamos que somos nós. Na verdade o controle só pode estar nas mãos de quem vive no contexto de atemporalidade e não fica à mercê dos instantes que modificam uma vida ou toda uma existência.

Nós, os temporais, o máximo que conseguimos é simplesmente lembrarmos do instante que desencadeou as consequências: algumas  felizes e outras nefastas.

Essa análise nos leva a concluir que a vida é estabelecida pelos instantes, e creio que é por esse curto período de tempo que algo acontecerá e nossa sorte mudará. Que instante será esse? Esperá-lo e aguardá-lo para mim, representa a mais real esperança de mudança. Pense Nisso! 😉

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Empoderamento
   José Orlando  Silva  │     5 de julho de 2017   │     13:12  │  0

Pense em uma palavra do momento? Uma palavra que está sendo usada muito hoje. Pensou? Empoderamento certamente, será uma delas. Ela está sendo usada em todos os seguimentos da sociedade. A grande questão é que passamos a usar determinadas palavras porque alguém que admiramos falou,ou temos ouvido na midia constantemente, ou trazemos de uma formação recém adquirida.  Mas o que mais me  chama à atenção é que muitas vezes usamos tais palavras descontextualizadas do que afirmamos ou buscamos ressaltar. Eu chamo esse equivoco de “fênomeno metonimia”, ou seja metonimia é uma figura de linguagem que troca a embalagem do produto, o autor pela obra, como se faz com a palavra que tem sido usada, sem considerar o seu real significado.  Empoderar é um verbo que se refere ao ato de dar poder para si ou para outrem. Empoderar representa a ação de atribuir domínio ou poder sobre determinada situação, condição ou característica.  Diante disso pense comigo, de onde vem o poder? Alguns prontamente responderão de nós mesmos. Outros, do pensamento positivo. E ainda outros da força que adquirimos. A verdade nua e crua é que só podemos empoderar  se formos fonte de poder. Como se pode empoderar, sem está empoderado? Os que acreditam que somos uma fonte, acreditam que o poder vem de dentro para fora, mas porque somos tão inconstantes, e sempre buscamos auxílio e conselhos fora de nós? Só pra refletir…. Pense na possibilidade de um poder que está fora e que instintivamente buscamos… e se está fora, deve existir  uma Fonte. Você não acha? Caso contrário seriamos uma ilha. E a sociologia afirma que não somos. Esse pensamento, existe lógica pra você? 

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O País das Siglas
   José Orlando  Silva  │     7 de junho de 2017   │     12:09  │  0

Você já refletiu que geralmente não damos importância as siglas? Embora elas têm a função de  representar as palavras, geralmente não é comum estarem nos holofotes. No Brasil ultimamente as siglas tem delineado o destino da nação e influenciado nossa rotina. O que dizer do que temos esperado das decisões do STF? E outras siglas como a da JBS capaz de criar um  colapso politico e econômico, interferindo no destino da presidência da republica do Brasil? O que dizer do  papel e a influência das siglas que  tem  levado nos últimos anos uma massa para protestar nas ruas, contra ou a favor delas? Sigla é um nome dado ao conjunto de letras iniciais dos vocábulos que compõem o nome de uma organização, um programa, um tratado, entre outros.

O que mais surpreende é que essas siglas estão atreladas a experiências  e atitudes contrarias ao que dizem representar. Elas afirmam que são dos trabalhadores, e suas decisões quando governam demonstram o oposto, anunciam sua democracia imparcial, enquanto a ditadura é estampada à vista de todos. Declaram amor pela nação, e no entanto o que se vê é um protecionismo dos próprios  atos corruptos.

Talvez tenha surgido por isso, a pergunta do Legião Urbana: ” Que País é esse?” E a resposta está na incoerência de dizer o que não é, e de fazer o que não crê. Pensando bem, o problema não está nas siglas, nem nas palavras que elas representam, mas no homem que as estabelecem. 

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